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Tese sobre a Biotecnologia na Agricultura
2 de outubro 2002

I Observações Introdutórias

· Panacéia ou "Coisa do Demônio"? Na arena pública tanto quanto em discussões políticas, a biotecnologia aplicada à agricultura continua sendo um assunto controverso. Na maioria das vezes, a grande diversidade de opinião é produto de valores diferentes, preocupações éticas, aspectos emocionais e incertezas. Membros da cadeia de fornecedores ajudaram os empregados a elaborar o seguinte estudo que resume fatores importantes e descobertas, de forma compacta e de fácil compreensão.

· As observações a seguir têm como função servir como informações do seu histórico para formadores de opinião, tomadores de opinião, jornalistas e consumidores interessados. Este estudo deve dar a eles uma visão geral das atuais oportunidades do uso da biotecnologia, suas limitações e respectivos questionamentos.

· É necessário entender logo de início que as organizações competentes não se opõem ao uso da biotecnologia. Ao contrário, eles favorecem um exame de cada caso de uso da biotecnologia na agricultura individualmente e os avalia com base em uma solução intencional.Ao mesmo tempo, contudo, é importante reconhecer que a biotecnologia aplicada à agricultura é um fator de vida global. O questionamento que encaramos enquanto sociedade na Alemanha é como melhor lidar com este fato e gerenciar o uso da "biotecnologia ecológica" em nosso país. Nos acreditamos que esta apresentação de nossa posição compartilhada em relação à questão da coexistência merece uma atenção particular, porque ela descreve uma coexistência de todos os processos de produção disponível o que nos dá uma liberdade de escolha.

· A palavra chave é a liberdade de escolha: Isto é aplicável aos consumidores e aos seus respectivos mercados. Ë crucial para a liberdade de escolha dos consumidores que os Produtos Geneticamente Modificados seja devidamente etiquetados ao chegar às prateleiras dos supermercados - desta forma eles podem ter liberdade de escolha. Contudo, há limites para esta liberdade de escolha. A liberdade de escolha somente pode ser assegurada se a etiquetagem for prática e submetida a um controle. Além do mais, é sempre que possível, que traços de organismo geneticamente modificado sejam encontrados em produtos convencionais de forma inevitável e sem qualquer intenção.

II. Biotecnologia Agricultora: ceticismo do consumidor e a concorrência internacional - cinco teses

1. Biotecnologia Agricultora - baseado em uma pesquisa intensiva prévia - já está sendo utilizada na produção de matéria-prima para a agricultura e alimentos em muitas partes do mundo

· O plantio de produtos geneticamente modificados é feito com muito sucesso em muitas partes do mundo já ha muitos anos. Somente em 2001, estes plantios foram feitos em mais de 52 milhões de hectares em terras cultivadas no mundo inteiro. Esta é aproximadamente três vezes o total de terras cultivadas na Alemanha. O cultivo de novas variedades não é sem dúvidas restrito aos países industrializados. Mais de um terço das terras utilizadas no cultivo destas novas variedades se encontram em paises emergentes e em desenvolvimento, como a Argentina e a China. Também foram obtidos resultados positivos na África do Sul e na Indonésia. Dos 5,5 milhões de fazendeiros que plantaram sementes transgênicas em 2001, mais de dois terços foram pequenos fazendeiros que cultivaram algodão geneticamente modificado (o famoso "Bt") na China e na África do Sul

· A "Biotecnologia Ecológica" também já é uma realidade neste país há algum tempo. De acordo com o Ministério Alemão de Proteção ao Consumidor, Alimentos e Agricultura (BMVEL), uma estimativa de 60 a 70 por cento de todos os alimentos na Alemanha é afetado, de uma forma ou de outra pela "biotecnologia verde". O efeito de quotas de alta importância para alguns produtos é evidente neste contexto. A UE supre apenas 35 por cento de suas necessidades de alimentos ricos em proteínas, por exemplo, e deve importar os restantes 65 por cento - 40 milhões de toneladas - Dos EUA, Brasil, Argentina e outros países que não pertencem à comunidade européia. Virtualmente sem exceção, estas importações de soja dos EUA- que também são processados - como óleo de soja, por exemplo - na produção de alimentos, contém uma certa porcentagem de material de planta geneticamente modificada. A eliminação destas importações levaria a uma redução dramática no fornecimento e é então fora da realidade. Também é verdade que certos aditivos alimentares e enzimas são derivados de modificações genéticas (cuja composição biológica é idêntica às produzidas convencionalmente, a propósito).

· Ninguém está seriamente dizendo que a biotecnologia aplicada a agricultura é "a cura". Contudo uma coisa é certa: O uso da 'biotecnologia ecológica" na seleção de plantas oferece um grande número de benefícios. Atualmente, os benefícios mais importantes ainda precisam ser encontrados no desenvolvimento de doenças - e plantios resistentes a pestes. Atualmente, a biotecnologia aplicada à agricultura já está auxiliando a assegurar alimentos suficientes e suprimentos para os cultivos ao mesmo tempo que contribui também para a proteção ambiental, pois quanto mais resistente for a planta, menos necessidade haverá da utilização de pesticidas e outros recursos.

· A "Biotecnologia Ecológica" contribui significantemente para a sustentação. Em muitas partes do mundo, incluindo países emergentes e em desenvolvimento, ela tem o potencial para promover uma produção agícola eficiente enquanto assegura um suprimento adequado de alimentos. Isto é graças à sua alta produtividade das terras cultiváveis disponíveis, por exemplo, o desmatamento de áreas selvagens pode ser reduzido (exemplos de projetos de biotecnologia agricultura com enfoque em suprir necessidades nutricionais em países do hemisfério sul podem ser encontrados no site www.isaaa.org ).

· No futuro, os consumidores também vão se beneficiar com a biotecnologia aplicada a agricultura. O uso de métodos de engenharia genética tornará possível a produção de alimentos contendo quantidades favoráveis de ingredientes nutricionais específicos ou - por exemplo - menos produtos que produzem alergia.

· Os processos de biotecnologia aplicada à agricultura têm sido continuamente sujeita a testes e melhoramentos por mais de 20 anos. Desde 1985, somente a União Européia investiu cerca de 70 milhões de Euros em 81 projetos de pesquisa da segurança nesta área. A revelação mais importante e fundamental das pesquisas em andamento é que o uso da biotecnologia aplica a agricultura de acordo com regulamentos existentes que governam a avaliação e aprovação, e não coloca em risco a saúde humana ou ao meio-ambiente e não representa riscos adicionais ou incalculáveis. A OECD também repetidamente apontou que as conseqüências do uso de biotecnologia na agricultura não são substancialmente diferentes das associadas às práticas convencionais.

· Apesar de provas cientificas e do extensivo cultivo de lavouras geneticamente modificadas no exterior, os alemães permanecem cépticos em relação ao uso da "biotecnologia ecológica" no processamento de alimentos. Contudo, uma mudança gradual nesta tendência esta começando a aparecer. De acordo com uma pesquisa recente feita pela Allensbach e autorizada pelo governo alemão e publicada em junho de 2002, a aceitação pública do uso responsável da "biotecnologia ecológica" está aumentando na Alemanha. As respostas destas pesquisas representativas indicam que 46% da população é a favor do uso da biotecnologia na agricultura para produção de lavouras resistentes a pestes e doenças. De dois terços dos entrevistados apóiam o uso da "biotecnologia ecológica" para desenvolverem lavouras capazes de resistir em regiões áridas do Terceiro Mundo. É aceito em geral, contudo, que a liberdade de escolha dos consumidores - tanto no exterior quanto na Alemanha - de escolher entre produtos convencionais e produtos que contêm organismos geneticamente modificados é garantida até o ponto que seja prático e possível.

2. A biotecnologia aplicada à agricultura contribui para a preservação da força de competição da Alemanha enquanto cenário de negócios

· As ciências vivas - entre elas a biotecnologia - representam tecnologias chaves para o futuro, e a engenharia genética com as plantas é um dos aplicativos mais promissores para a biotecnologia. A previsões para o Mercado biotecnológico europeu dá razões para ser otimista. A cadeia de fornecimento alimentar começa com a seleção de plantas e produção agrícola e segue até o processamento de alimentos, marketing e comércio - literalmente todo o ciclo "do plantio até a mesa do consumidor". Todas a etapas desta cadeia de fornecimento precisam ter a oportunidade de usar a biotecnologia aplica a agricultura e colocar seus produtos no mercado sob as mesmas condições.

· Igualmente importante é a questão dos empregos. Muitas pessoas já trabalham com a biotecnologia aplicada à agricultura - em grande escala, companhias internacionais tanto quanto em pequena e média escala com operações de seleção de plantas. O objetivo deve ser de fortalecer a competitividade deste negócio, estabelecendo a mesma estrutura geral apropriada e que seja firme e confiável.

· A Alemanha e União Européia formam uma parte integrante do sistema mundial de comércio. Se a Alemanha ou a União européia pararem ou se isolarem deste fluxo de mercadoria e comércio, sacrificariam tanto a competitividade quanto a prosperidade, desta forma uma opção fora da realidade. No sistema de comércio mundial, a troca ou a importação de produtos específicos pode ser banida se tais produtos provem um risco à saúde ou se provas científicas justificarem uma suspeita de risco à saúde, no caso em que tal suspeita tem que ser confirmada ou revogada dentro de um período de tempo determinado.

3. A biotecnologia aplicada à agricultura requer um planejamento seguro e uma estrutura legal confiável

· Os sinais vindos de círculos políticos - tanto de Berlim como de Bruxelas - são confusos. De um lado, a pesquisa da biotecnologia não é indesejada, mas é ativamente promovida (sessão III do cf, primeiro parágrafo). Ainda é extremamente difícil e em muitos casos impossível de colher os frutos de tal pesquisa (como, por exemplo, lançar produtos)

· Deste modo, por exemplo, o fator moratório instituído por vários Membros Estatais da Comunidade Européia em 1998, a qual a Comissão da União Européia julga ilegal, continuam fortes até hoje. Em uma interpretação controversa da lei, o governo alemão vetou o processo de aprovação de uma variedade de milho em julho de 2002. Anteriormente, em fevereiro de 2000, o governo alemão vetou a aprovação de uma variedade de milho Bt para uso na Alemanha, que já havia sido aprovada em toda a Europa.

· A estrutura legal que governa o uso da biotecnologia aplicada à agricultura na Alemanha e na União Européia é compreensiva. Contudo, uma lacuna regulatória continua na área dos fatores iniciais. O que é necessário é ter pontos de partida gerais para serem usados na determinação do limite sobre o qual os organismos geneticamente modificados para serem usados nas sementes, alimentos e rações devem ser etiquetados. Tanto para os comerciantes quanto para os produtores, a incerteza provocada pela falta de limites das bases iniciais é obvia.

· Não podemos permitir que as coisas continuem desta forma. Todas as partes integrantes desta cadeia de fornecedores - pesquisadores e cientistas, selecionadores de plantas, fazendeiros, processadores de alimento, varejistas e atacadistas, sindicato de comerciantes e consumidores - têm o direito de exigir regras claras, seguras e de confiança para um planejamento seguro e uma ajuda para a orientação no desenvolvimento de expectativas e planos. Atualmente, muitas companhias e fazendeiros estão operando em uma situação de crescente incerteza e estão obrigados a correrem riscos que ameaçam sua existência. A lacuna descrita acima coloca em dúvida os benefícios de se investir em pesquisa e desenvolvimento.

· A legislação deve ter como base os resultados de pesquisas cientificas. Ao criar um planejamento legal, os legisladores podem e devem decidir com base em fatos comprovados e determinados objetivamente. Isto cria uma transparência e promove aceitação dos consumidores. Além disto, as leis existentes precisam ser aplicadas de forma consistente. Pequenas e médias empresas são particularmente dependentes de um planejamento legal, e eles precisam confiar nas autoridades competentes que as fornece. Somente quando estes planejamentos estiverem firmemente estabelecidos eles estarão prontos para investir e criar novos empregos.

· As regulamentações legais aplicáveis à biotecnologia aplicada à agricultura tem que estar baseada nas condições que existem na agricultura convencional e na produção de alimentos. As regras de etiquetagem devem ser consistentes, práticas, justificáveis e claras em geral. Com isto as propostas da Comissão Européia para a etiquetagem dos alimentos geneticamente modificados são vistas como modelo, o que implica em discussões mais detalhadas. Isto é aplicável, acima de tudo, a questões de viabilidade dos sistemas de controle propostos.

4 A aceitação dos consumidores pode ser intensificada com uma liberdade de escolha assegurada e a coexistência de praticas agricultoras diferentes.

· As praticas orgânicas e convencionais tanto quanto as práticas que dependem da engenharia genética, precisam existir e serem desenvolvidas lado a lado na agricultura. O objetivo deve ser de assegurar uma coexistência eficaz de todas as práticas de cultivo, permitindo que trabalhem simultaneamente e em parceria. Mas estes objetivos não podem ser alcançados sem regras claras.

· Forçar as diferentes praticas da agricultura a competirem entre si seria uma abordagem errônea. Ao contrário, deveríamos ver maneiras pelas quais os diferentes sistemas podem ser complementados entre si. Não seria necessário utilizar meios questionáveis em relação ao meio-ambiente para combater doenças e pragas no cultivo de batatas, por exemplo, se variedades geneticamente modificadas para resistir a estas doenças estivessem disponíveis.

· Apesar das muitas diferenças entre os vários métodos, o cultivo orgânico, a agricultura integrada e a biotecnologia agricultora têm basicamente os mesmos objetivos. Todas elas procuram produzir da maneira mais segura possível em relação ao meio-ambiente e assegurar uma máxima economia no uso dos recursos.

· As regra iniciais são indispensáveis para a coexistência de diferentes métodos de consumo. A polinização não tem barreiras e é um processo que não tem como ser prevenido, e afeta a matéria prima geneticamente modificada e também produtos derivados deles. Desta forma os pontos de partida precisam ser definidos.

· Os pontos de partida precisam ser vistos como uma forma de independência da segurança dos produtos. Toda a matéria-prima geneticamente modificada e alimentos produzidos através de tais produtos já passaram por uma avaliação e processos de registro, o que assegura que eles não põem em risco a saúde. A única forma de suprir a demanda de produtos não geneticamente modificados seria criar uma cadeia de mercado separada para estes produtos. Em alguns casos isto levaria um aumento significativo da cadeia de fornecedores, e ainda não haveria uma garantia absoluta de que os produtos estariam completamente livres de ingredientes geneticamente modificados.

· A confiança do consumidor é um pré-requisito essencial para a comercialização de alimentos geneticamente modificados na Alemanha. A hesitação do consumidor da atualidade é em relação a produtos biotecnológiocos deve ser respeitada, o que significa que devemos levar em consideração a preocupação dos consumidores de forma séria e fornecer o maior numero possível de informações. O portal na Internet de endereço www.transgen.de, é uma plataforma neutra com apoio da BMVEL e da comunidade de comércio, é um passo na direção certa. Vale a pena mencionar o site www.biosicherheit.de que é um banco de dados disponível neste endereço e é apoiado pelo Ministério de Pesquisa Alemão (BMBF).

· Construído sob iniciativas tão independentes, agora chegou a hora de fazer uma campanha informativa em larga escala desenvolvida sob firmes bases de fatos científicos. Os políticos, a comunidade científica, os sindicatos de comércio, os comerciantes e consumidores deveriam dar as mãos e apoiar esta campanha.Só então será possível incutir confiança em um crescente número de consumidores.

5. Pesquisa biotecnológica, com um programa de plantio, deve ser ativamente promovida com o intuito de assegurar que os Alemães acompanhem os avanças internacionais na área.

· Uma pesquisa extensiva esta sendo feita desde que os métodos de biotecnologia voltado para a agricultura foram introduzidos na seleção de plantas há mais de 15 anos atrás. E desde o começo a regra ditada é que nenhuma matéria prima geneticamente modificada fosse comercializada antes de ser cientificamente testada e aprovada dentro dos padrões de segurança por autoridades regulatórias de toda a Europa.

· Experiências de campo são indispensáveis para o teste de novos conceitos e como base para pesquisas mais detalhadas sobre a segurança na Alemanha. A experiência e as avaliações de outros países são importantes para nós, mas elas não são nem obrigatórias nem aplicáveis em todos os casos. Novas variedades de lavouras, indiferentemente de haver qualquer modificação genética ou não, devem ser sempre testadas em um meio-ambiente específico no qual elas vão ser cultivadas. É somente desta forma que os testes podem produzir resultados de confiança sobre como uma variedade vai se desenvolver. Contudo, os testes de campo de necessidade mais urgente diminuíram dramaticamente em número nos últimos anos. Enquanto os aplicativos em 23 campos experimentais foram aplicados em 1999, este número foi reduzido para somente sete/oito nos anos 2000/2001. A explicação. O número de componentes experimentais diminuiu devido ao excesso de restrições e/ou por causa da falta de planejamentos apropriados de acordo com as regulamentações e condições. É apenas uma questão de tempo até que as instituições de pesquisa e companhias comecem a deixar a Alemanha e se instalarem no exterior. Se isto acontecer, avanços importantes no conhecimento que também são importantes para fortalecer a confiança do consumidor serão alcançados fora da Alemanha. Esta tendência vai de encontro aos interesses da situação de comércio modernas, atuais e com visão de futuro e deve ser feita sempre e de maneira rápida.

III. Perspectiva

· Devido a exigências dos chefes de estado e governo para os Membros do Estado, A União Européia desenvolveu uma estratégia de biotecnologia. Esta estratégia demarca a abordagem da Europa para alcançar o objetivo de se tornar a região de maior autoridade do mundo em conhecimento até o ano 2010. Este objetivo pode ser alcançado apenas através da promoção de biotecnologia verde de maneira que seja prudente e sistemática. Nós não podemos mais ficar para trás em relação a outros países no desenvolvimento desta tecnologia, que é super promissor para o futuro.

· Nós na Alemanha devemos então lançar mão de experiências muito mais práticas no cultivo de lavouras geneticamente modificadas do que conseguimos adquirir no passado. Se continuarmos focados em discussões puramente teóricas, não atingiremos nenhum progresso, e também correremos o risco de continuarmos a esgotar os recursos humanos com os cientistas e técnicos migrando da Alemanha para outros países.

· De maneira geral, provas científicas e experiências internacionais em cultivos de lavouras genericamente modificadas em larga escala vem a confirmar que a biotecnologia voltada para a agricultura é um método que tem seus benefícios e seus valores e que não colocam riscos novos e incontroláveis. A lista de organizações abaixo então conduzem experiências de campo e monitoramentos paralelos. Somente experiências de campo muito específicas podem dar uma percepção a respeito das verdadeiras oportunidades e suas limitações associadas a um dado projeto neste país.

· As conversas com grupos de acionistas a respeito da biotecnologia ecológica devem continuar. Um ponto importante neste dialogo em progresso é a perspectiva da alcançar uma coexistência entre diferentes formas de plantio e operações de produção na Europa. As conversas a respeito da "biotecnologia ecológica" iniciada pelo Ministério de Proteção ao Consumidor, Alimentação e Agricultura Alemão (BMVEL), estabeleceu uma fundação para este processo.

Esta declaração de políticas tem o apoio das seguintes organizações:

· BDP Bundesverband Deutscher Pflanzenzüchter e.V. (Associação Federal de Selecionadores de Plantas da Alemanha)
· BLL Bund für Lebensmittelrecht und Lebensmittelkunde e.V. (Federação de leis e ciencias alimentares)
· BVE Bundesverband der Deutschen Ernährungsindustrie e.V. (Associação Nacional para a Indústria de Alimentos Alemã)
· BGA Bundesverband des Deutschen Groß- und Außenhandels e.V. (Associação Nacional de Firmas de Atacadistas e Importação e Exportação)
· DBV Deutscher Bauernverband e.V. (Associação de Fazendeiros Alemaes)
· DIB Deutsche Industrievereinigung Biotechnologie (Associação Nacional para a Indústira de Biotcnologia)
· DRV Deutscher Raiffeisenverband (Federação Alema Raiffeisen / Federação de Cooperativas Alemas)
· NGG Gewerkschaft Nahrung Genuss Gaststätten (Sindicato dos Empregados das Empresas de Processamento de Alimentos e Serviços Alimentares e Restaurantes)
· IG BAU Industriegewerkschaft Bauen-Agrar-Umwelt (Sindicato Nacional para a Construção dos Setores da Construção, Agricultura e Meio-ambiente)
· IG BCE Industriegewerkschaft Bergbau, Chemie, Energie (Sindicato Nacional para os Setores de Mineração, Quimicos e Energia)
· IVA Industrieverband Agrar e.V. (Associação Nacional para a Industria de Proteção e Fertilização das Lavouras Alemas)
· VDOe Verband Dt. Oelmühlen e.V. (Associação dos Moleiros de Oleo Alema)

 


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