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NOVAS
APLICAÇÕES PARA A BIOTECNOLOGIA AGRÍCOLA
Quais
serão os futuros desenvolvimentos da biotecnologia? O
"Biotecnologia Agrícola na Europa" (Agricultural
Biotechnology in Europe - ABE), um grupo de empresas do setor privado
dedicadas à divulgação de
informações sobre a biotecnologia agrícola,
afirma que existe um amplo leque de novas aplicações ou
projetos, com dois pontos em comum: benefícios reais definidos
e praticabilidade demonstrada. Em um trabalho intitulado "
Futuros Desenvolvimentos na Biotecnologia" (2003), o ABE alega
que "há um grande número de
aplicações benéficas ainda em desenvolvimento,
as quais não poderiam ser atingidas de qualquer forma a
não ser através da modificação
genética". Uma pesquisa ABE relacionou estes
desenvolvimentos nas seguintes categorias:
Embora a
pesquisa só tenha "apenas tocado de leve o tema de
desenvolvimento agrícola através da biotecnologia, em
muitos casos a biotecnologia será usada por representar a
melhor (ou talvez a única) forma de se atingir um
resultado", afirma a ABE.
Um
versão completa do artigo pode ser obtida em:
http://abeurope.dynamicweb.dk/images/files/abe_issues_paper_6.pdf
A FSA
CONTRIBUI PARA O DEBATE SOBRE PRODUTOS GM
A Agência
de Padrões de Alimentos (FSA) do Reino Unido está
implementando diversas iniciativas para avaliar de forma independente
as opiniões das pessoas sobre a aceitação de
alimentos geneticamente modificados como uma opção para
os consumidores. A FSA considera esta uma parte de sua
contribuição ao debate público sobre
modificação genética. Entre as atividades e
iniciativas da FSA podemos mencionar:
-
Júri
Popular, com sessões sobre alimentos transgênicos e
segurança, alimentos GM e o consumidor, alimentos GM e a
sociedade, e alimentos GM e escolha. As testemunhas podem ser
representantes nacionais ou estrangeiros do setor acadêmico e
científico, grupos de consumidores ou
organizações industriais.
- Um site
interativo para fornecer informações às pessoas
que desejem participar do debate (http://www.food.gov.uk/gmdebate). O
site inclui uma retrospectiva sobre a história da
manipulação genética, uma
explicação em animação sobre o processo
da modificação genética e um questionário
interativo para testar seus conhecimentos sobre a biotecnologia.
- Um folheto
intitulado "Alimentos GM - abrindo o debate", fornecendo
informações básicas que os consumidores podem
ler para participar do debate sobre os alimentos GM.
- Concurso
de Debate Escolar, o qual atrai mais de 100 equipes de escolas
públicas e privadas de todo o Reino Unido, além de
equipes estrangeiras.
Maiores
detalhes em http://www.foodstandards.gov.uk/gmdebate/gmpress/gm_pr
AGRICULTORES
ORGÂNICOS DO QUÊNIA BUSCAM DADOS SOBRE BIOTECNOLOGIA
O Instituto
Queniano de Agricultura Orgânica (KIOF) patrocinou um workshop
no Centro de Informações Agrícolas e
Laboratório Nacional de Pesquisa Agrícola do Instituto
Queniano de Pesquisa Agrícola (KARI) sobre "Compreendendo
os Organismos Geneticamente Modificados (OGMs) e a Biotecnologia no
Quênia". Representantes de Zimbábue e Holanda
orientaram o workshop, realizado em 29 a 30 de janeiro de 2003, com
cerca de 52 participantes, entre cientistas, representantes de
organizações não-governamentais, agricultores e
oficiais de agências do governo. Boa parte dos participantes
era composta por agricultores orgânicos. Os tópicos
incluíram uma introdução à biotecnologia
e engenharia genética, situação local e mundial
da biotecnologia, benefícios e dúvidas sobre a
biotecnologia, e OGMs em relação a saúde humana,
meio ambiente, segurança de alimentos e sustentabilidade
agrícola, entre outros assuntos. Questões que causam
preocupação surgiram durante o workshop:
-
O fluxo de
informações sobre a biotecnologia para todos os
interessados, em especial para agricultores, é lento e
unilateral. Foi sugerido que o KIOF e outras agências trabalhem
em conjunto para assegurar um fluxo equilibrados de dados aos
agricultores. O KIOF ofereceu-se para lidar essa ação.
- Mecanismos
para testar alimentos nos supermercados, além de cargas doadas
por outras nações, são inadequados. A
ação sugerida foi um sistema de alarme, através
de programas educacionais.
- A
necessidade de políticas definidas para a biotecnologia.
Novamente, o KIOF e agências similares receberam a
incumbência de atender esta necessidade.
- Investimentos
do setor público em pesquisa e desenvolvimento de
biotecnologia, para evitar pesquisas financiadas por produtores,
assegurando a devida aplicação e adoção
da tecnologia.
Os
participantes concluíram que uma tecnologia como a cultura de
tecidos deve prosseguir sem reservas, já que não causa
preocupações de biossegurança. A engenharia
genética, por outro lado, deve prosseguir envolta por cautela,
para a obtenção de seus benefícios.
Contate o
Centro de Informações Biotecnológicas do
Quênia (KBIC), para mais informações,
através de: http://www.isaaa-africenter.org
ENCONTRO EM
DUBLIN AVALIA PAPEL DE C&T
Um processo de
consultoria global foi efetuado em Dublin, Irlanda, para uma
avaliação de cunho internacional do papel de C&T
(ciência e tecnologia) na agricultura, visando reduzir a fome,
aprimorar a vida no campo e estimular o crescimento sustentável
no meio ambiente nas próximas décadas. O encontro foi
promovido pelo Banco Mundial, e seus participantes incluíram
representantes de governos, setor privado, organizações
não governamentais, agricultores e outros grupos de
produtores, cientistas e organizações internacionais.
Os
participantes concordaram que existe um público muito amplo e
diversificado para uma avaliação sensata de C&T na
agricultura. Acredita-se que tais avaliações
fortaleçam as estruturas nacionais e internacionais das
ciências e dos processos de decisão, e podem levar a
mais financiamentos pelo setor público, além de
melhores parcerias com o setor privado, considerando a natureza de
"patrimônio público mundial" da C&T na agricultura.
Os
participantes concluíram que a avaliação deve
incluir áreas em que a C&T na agricultura possa fornecer
informações a produtores e consumidores, ter
implicações políticas, e estimular o
desenvolvimento sustentável.
Entre os
principais temas de C&T que podem incluir uma
avaliação crítica estão:
Relatório
completo on-line: http://www.agassessment.org/reports/dublin/index.html
IMPACTOS
ECONÔMICOS DA BIOTECNOLOGIA AGRÍCOLA
O
Biotecnologia Agrícola na Europa (ABE), um grupo de empresas
do setor privado que se dedica à divulgação de
informações sobre a biotecnologia agrícola,
afirma que agricultores estão adotando tão rapidamente
as lavouras GM devido a benefícios econômicos bem reais.
O ABE explica: "Embora outras questões sejam importantes,
são fatores econômicos que alimentam o crescimento
contínuo no uso da moderna biotecnologia agrícola."
Esta foi a conclusão geral de um trabalho intitulado
"Impactos econômicos da biotecnologia agrícola".
O ABE observa
que fazendeiros de países em desenvolvimento, incluindo China,
África do Sul e Índia, começam a perceber os
benefícios com o plantio de produtos GM. Benefícios
similares, especialmente no controle de ervas, aumento de
produtividade, custos reduzidos com insumos e lucratividade geral,
estão sendo observados na Espanha, e provavelmente
acabarão se tornando disponíveis a outros agricultores
europeus. O trabalho analisa o caso dos plantadores de milho na
Espanha, um grande produtor de milho na região,
responsável por cerca de 11% da produção total
da União Européia na safra de 2001. Agricultores
espanhóis notaram um aumento na produtividade (12,54
toneladas/hectare de produto convencional, contra 13,35 t/ha de milho
Bt, um aumento líquido superior a 800 kg/ha) e
redução no uso de pesticidas. O ABE destacou que todo o
milho GM da Espanha foi vendido através dos canais costumeiros
para rações animais, e sem necessidade de
segregação. Os agricultores tendem a perceber que o
milho Bt tem maior qualidade, graças a seus níveis mais
baixos de micotoxinas, comparado ao milho convencional que tenha
sofrido danos por ataques de insetos.
O ABE indica:
"Parece provável que as taxas de adoção por
agricultores em todo o país deverão aumentar
rapidamente quando forem retiradas as barreiras existentes...
Há muitas razões para se supor que haveria uma
adoção comparável, embora talvez mais lenta, em
países como Itália e França, quando seus
governos permitirem a comercialização."
O trabalho
completo se encontra em http://www.ABEurope.info
BENEFÍCIOS
ECONÔMICOS PARA A BETERRABA NO REINO UNIDO
Um estudo
sobre o potencial benefício econômico de um produto GM
tolerante a herbicida (GMTH) no Reino Unido sugere que isso poderia
representar uma economia anual de 23 milhões de libras, se
toda a safra fosse composta por esse produto. O estudo, conduzido por
Mike May, da Estação de Pesquisa Broom's Barn, estima
que a economia total, descontada a taxa de tecnologia no preço
da semente, seria de 150 libras/hectare ao ano. Uma grande parte
dessa economia refere-se à redução de 80% nos
gastos com herbicidas.
May observa
que um futuro plantio de beterraba GMTH no Reino Unido
dependerá de decisões políticas e dos resultados
de experiências críticas, tais como
avaliações de campo em escala real. O estudo presume
que a beterraba GM poderia ser vendida ao mesmo preço do
produto convencional, e que isto pode depender da
aceitação pública. Ele também ressalta
diversos benefícios não quantificáveis, como a
menor necessidade de se aplicar o herbicida no início da
safra, menor utilização de tratores, com melhor
administração do tempo gasto, e o potencial de se
proteger a vida silvestre. Os riscos hoje existentes para
pássaros que fazem seus ninhos no nível do solo seriam
reduzidos com a adoção do produto GMTH. O plantio de
beterraba em si já traz benefícios ambientais, por
permitir a rotação do trabalho de aradura.
O trabalho
"Conseqüências Econômicas da Beterraba GM
Tolerante a Herbicida para Agricultores Britânicos"
aparece em Anais da Biologia Aplicada 142, 41-48. Para maiores
informações, entre em contato com Mike May pelo e-mail: mike.may@bbsrc.ac.uk
BIOTECNOLOGIA
PODE TORNAR DIETA AMERICANA MAIS SAUDÁVEL
"A
biotecnologia pode ajudar a aprimorar o perfil saudável dos
alimentos, com o aumento nos níveis de substâncias
desejáveis e com a redução de elementos
alergênicos que trazem riscos de doenças." Esta
é a afirmação de Catherine Woteki, diretora da
Faculdade de Agricultura da Universidade Estadual de Iowa, ao
comentar sobre a necessidade que há nos Estados Unidos de se
mudar dietas com riscos à saúde.
"Doenças
crônicas são uma grande carga social", Woteki
declarou em encontros da Associação Americana para o
Avanço da Ciência, em Denver.
"Provas
científicas mostraram que a dieta pode ser uma das principais
causas de mortes nos Estados Unidos, incluindo doenças
coronárias, diabete e males renais."
Contatos:
Catherine Woteki, e-mail cwoteki@iastate.edu
TECNOLOGIA
CIENTÍFICA PARA AGRICULTURA AFRICANA
Eleni Z.
Gabre-Madhin e Steven Haggblade, da Divisão de Estudos
Mercadológicos e Estruturais do Instituto Internacional de
Pesquisa de Política Alimentar, conduziu um estudo recente
intitulado "Sucessos na Agricultura Africana: Resultados de Uma
Pesquisa por Peritos". O trabalho identifica alguns sucessos
marcantes na agricultura africana, com a esperança de que
sejam aplicados de forma ampla na agricultura do continente. As
histórias de sucesso reveladas pela pesquisa enfatizam o
ambiente agrícola mais dinâmico em que os agricultores,
comerciantes e órgãos oficiais africanos devem operar.
Os resultados
do estudo apontam para detalhes críticos das mudanças
bem sucedidas na agricultura africana. Gabre-Madhin e Haggblade
afirmam que agricultores e distribuidores são peças
críticas no processo de mudança.
Alterações na base interna de bens destes grupos,
além do ambiente externo, são igualmente importantes.
Os pesquisadores observam nenhum tipo de intervenção,
isoladamente, é suficiente para o sucesso.
Gabre-Madhin e
Haggblade também enfatizam que "os agricultores não
podem usufruir de melhores oportunidades de mercado se não
tiverem meios de acesso ao conhecimento sobre melhores
práticas, sementes e outros recursos. Agricultores não
podem se beneficiar de maiores recursos para a produção
sem a injeção de tecnologias e canais de venda para
seus superávit."
O papel do
setor público, da sociedade civil e outros grupos, como
influências na alteração de ambientes internos e
externos, também foi considerado de importância
crítica. Por último, os pesquisadores concluem que a
tecnologia com base na ciência, especialmente para o aumento da
produtividade, é um fator chave para o crescimento
agrícola na África.
Para maiores
detalhes, o trabalho pode ser acessado em:
http://www.cgiar.org/ifpri/divs/mssd/dp.htm.
AMBIENTALISMO
CRISTÃO PARA A BIOTECNOLOGIA
O Bispo Jesus
Varela, de Sorsogon, membro da Conferência dos Bispos das
Filipinas (CBCP), recentemente introduziu o termo "Ambientalismo
Cristão" para definir o gerenciamento seguro da
biotecnologia. O Bispo Varela foi um dos palestrantes durante o
Fórum Regional de Biotecnologia e Organismos Geneticamente
Modificados (OGMs), patrocinado em conjunto pelo Senador Aquilino
Pimentel, da Academia Nacional de Ciência e Tecnologia (NAST) e
pela Coalizão de Biotecnologia das Filipinas (BCP).
Este novo
termo, que o Bispo Varela cunhou pessoalmente, adota uma estrutura
ética de análise. A estrutura ética defende os
conceitos de Custódia (preservando a integridade da Natureza);
Tutela (uso responsável de coisas materiais), e
Definição Correta (estabelecendo critérios e
orientações razoáveis, com ênfase para o
que seja realmente razoável) para o exercício da
Custódia e da Tutela. As orientações incluem o
desenvolvimento sustentável, análises detalhadas de
relações custo vs. benefício, e
manutenção da ciência a serviço do ser
humano, e não o oposto.
Aplicando esta
estrutura à questão dos organismos geneticamente
modificados (OGMs), o Bispo Varela concluiu que os OGMs têm o
potencial de oferecer soluções humanas ao problema
mundial de fome e desnutrição. O Bispo Varela ressaltou
que indicadores provam que "os OGMs pode aumentar de forma
significativa a produtividade no campo, substituir os pesticidas
artificiais de forma amigável ao meio ambiente, aprimorar as
propriedades nutritivas dos alimentos, remover alergênicos e
toxinas existentes na comida convencional, e aprimorar a qualidade
dos alimentos". Além disso, antes que os OGMs sejam
aprovados para o consumo humano, eles devem primeiro passar por mais
testes de segurança para a saúde, comparados a
alimentos convencionais.
O Bispo Varela
também propôs um debate público entre cientistas
que apoiam ou se opõem aos OGMs, para decidir questões
referentes à segurança dos alimentos GM, em especial o
milho Bt. A matéria completa se encontra em:
http://hoovnews.hoovers.com/fp.asp?layout=printnews&doc_id=NR20030218670.2_7856002965247b3e.
PIMENTÃO
AJUDA A CRIAR ORQUÍDEA MAIS RESISTENTE
Pesquisadores
de Taiwan estão usando uma proteína do pimentão,
similar à ferrodoxina, como marcador para desenvolver
orquídeas transgênicas, com o benefício adicional
de maior resistência a Erwinia caratovora.
A
proteína tipo ferrodoxina do pimentão foi introduzida
em orquídeas, usando agrobactérias, por Ming-Tsair Chan
e colaboradores, no Instituto de Ciências Bioagrícolas,
da Academia Sinica de Taiwan, além de colaboradores do
Instituto de Botânica, da mesma academia.
Chan ressalta:
"Acreditamos que o emprego deste sistema de seleção
possa diminuir a toxicidade ou nível alergênico do
produto genético em relação aos seres humanos,
de acordo com o uso de genes marcadores antibióticos ou
resistentes a herbicidas e sua presença nas plantas transgênicas."
Há
diversas metas para a transformação de orquídeas.
Chan afirma: "Pretendemos criar cultivares de orquídeas
resistentes a vírus e um tempo artificialmente controlado para
a flor desabrochar, com este rápido sistema de
transformação e seleção, num futuro
próximo. Gostaríamos de criar orquídeas
transgênicas com senescência retardada."
O trabalho
"Gene de Proteína Tipo Ferrodoxina do Pimentão
(pflp) como Novo Marcador Seletivo para Transformação
de Orquídeas" está em Planta.
Contate
Ming-Tsair Chan em mbmtchan@gate.sinica.edu.tw
para mais informações.
INCENTIVO A
PESQUISAS SOBRE BENEFÍCIOS E RISCOS DE ALIMENTOS GM
"Mais
trabalho é necessário para se explorar outros
possíveis benefícios, mas pesquisas adicionais
também devem ser feitas, para avaliar os potenciais riscos que
podem estar associados a produtos geneticamente modificados (GM).
Grande parte deste trabalho deverá ser enfocado no impacto
sobre a diversidade de vidas animal e vegetal, avaliado em
relação aos problemas associados à
intensificação de práticas
agrícolas." Esta é a declaração de
Lorde Robert May, presidente da Real Sociedade, em seu discurso
durante o debate científico da Real Sociedade sobre os
produtos GM.
Lorde May
enfatizou que o público tem direito de conhecer tanto os
potenciais benefícios como os possíveis riscos de
produtos GM. Atualmente, o debate público tem sido desviado
apenas para os riscos, e isto levou a uma série de
impressões errôneas sobre os alimentos GM. Isto ocorre
devido a campanhas publicitárias eficazes contra os
transgênicos e, em parte, pela falta de
informações fornecidas pelas empresas que desenvolvem
as aplicações da biotecnologia.
Ele
também acrescentou que os consumidores já usufruem dos
benefícios da tecnologia de modificação
genética, aplicada à produção de
alimentos. Outros alimentos que foram criados com o uso da
biotecnologia estão sendo vendidos, porém, porque
geralmente não são rotulados como GM, e poucas pessoas
podem entender o quanto essa produção depende da biotecnologia.
O texto
completo do discurso de Lorde Robert May está em http://www.royalsoc.ac.uk/templates/press/showpresspage.cfm?file=431.txt
ANÚNCIO:
NOVOS
RELATÓRIOS ISNAR
O
Serviço Internacional para Pesquisa Agrícola Nacional
(ou International Service for National Agricultural Research - ISNAR)
anuncia a publicação dos seguintes relatórios:
Para pedir
cópias, contate: ISNAR-Biotech@cgiar.org
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