NOVAS APLICAÇÕES PARA A BIOTECNOLOGIA AGRÍCOLA

Quais serão os futuros desenvolvimentos da biotecnologia? O "Biotecnologia Agrícola na Europa" (Agricultural Biotechnology in Europe - ABE), um grupo de empresas do setor privado dedicadas à divulgação de informações sobre a biotecnologia agrícola, afirma que existe um amplo leque de novas aplicações ou projetos, com dois pontos em comum: benefícios reais definidos e praticabilidade demonstrada. Em um trabalho intitulado " Futuros Desenvolvimentos na Biotecnologia" (2003), o ABE alega que "há um grande número de aplicações benéficas ainda em desenvolvimento, as quais não poderiam ser atingidas de qualquer forma a não ser através da modificação genética". Uma pesquisa ABE relacionou estes desenvolvimentos nas seguintes categorias:

  • Características que visam aprimorar a qualidade: Bananas com maior vida de prateleira; oleaginosas aprimoradas; milho com maior valor alimentar; tomate com altos teores de flavonóis, ou com alto teor de licopene; milho com equilíbrio aprimorado de Vitamina E; soja com proteína aprimorada.

  • Plantas que beneficiam o meio ambiente: milho com maior disponibilidade de fósforo; produtos agrícolas tolerantes a estresses; correção biológica através de plantas tolerantes a arsênico.
  • Plantas que promovem a maior capacidade de produção: arroz mais produtivo; milho para solos com alta acidez; batata-doce resistente a vírus.
  • Produção farmacêutica: milho que beneficia portadores de fibrose cística; vacinas produzidas a partir de frutas e vegetais.
  • Produtos não alimentares: árvores com baixo teor de lignina para a indústria de papel; plantas para a produção de energia.

Embora a pesquisa só tenha "apenas tocado de leve o tema de desenvolvimento agrícola através da biotecnologia, em muitos casos a biotecnologia será usada por representar a melhor (ou talvez a única) forma de se atingir um resultado", afirma a ABE.

Um versão completa do artigo pode ser obtida em:
http://abeurope.dynamicweb.dk/images/files/abe_issues_paper_6.pdf

A FSA CONTRIBUI PARA O DEBATE SOBRE PRODUTOS GM

A Agência de Padrões de Alimentos (FSA) do Reino Unido está implementando diversas iniciativas para avaliar de forma independente as opiniões das pessoas sobre a aceitação de alimentos geneticamente modificados como uma opção para os consumidores. A FSA considera esta uma parte de sua contribuição ao debate público sobre modificação genética. Entre as atividades e iniciativas da FSA podemos mencionar:

  • Júri Popular, com sessões sobre alimentos transgênicos e segurança, alimentos GM e o consumidor, alimentos GM e a sociedade, e alimentos GM e escolha. As testemunhas podem ser representantes nacionais ou estrangeiros do setor acadêmico e científico, grupos de consumidores ou organizações industriais.

  • Um site interativo para fornecer informações às pessoas que desejem participar do debate (http://www.food.gov.uk/gmdebate). O site inclui uma retrospectiva sobre a história da manipulação genética, uma explicação em animação sobre o processo da modificação genética e um questionário interativo para testar seus conhecimentos sobre a biotecnologia.
  • Um folheto intitulado "Alimentos GM - abrindo o debate", fornecendo informações básicas que os consumidores podem ler para participar do debate sobre os alimentos GM.
  • Concurso de Debate Escolar, o qual atrai mais de 100 equipes de escolas públicas e privadas de todo o Reino Unido, além de equipes estrangeiras.

Maiores detalhes em http://www.foodstandards.gov.uk/gmdebate/gmpress/gm_pr

AGRICULTORES ORGÂNICOS DO QUÊNIA BUSCAM DADOS SOBRE BIOTECNOLOGIA

O Instituto Queniano de Agricultura Orgânica (KIOF) patrocinou um workshop no Centro de Informações Agrícolas e Laboratório Nacional de Pesquisa Agrícola do Instituto Queniano de Pesquisa Agrícola (KARI) sobre "Compreendendo os Organismos Geneticamente Modificados (OGMs) e a Biotecnologia no Quênia". Representantes de Zimbábue e Holanda orientaram o workshop, realizado em 29 a 30 de janeiro de 2003, com cerca de 52 participantes, entre cientistas, representantes de organizações não-governamentais, agricultores e oficiais de agências do governo. Boa parte dos participantes era composta por agricultores orgânicos. Os tópicos incluíram uma introdução à biotecnologia e engenharia genética, situação local e mundial da biotecnologia, benefícios e dúvidas sobre a biotecnologia, e OGMs em relação a saúde humana, meio ambiente, segurança de alimentos e sustentabilidade agrícola, entre outros assuntos. Questões que causam preocupação surgiram durante o workshop:

  • O fluxo de informações sobre a biotecnologia para todos os interessados, em especial para agricultores, é lento e unilateral. Foi sugerido que o KIOF e outras agências trabalhem em conjunto para assegurar um fluxo equilibrados de dados aos agricultores. O KIOF ofereceu-se para lidar essa ação.

  • Mecanismos para testar alimentos nos supermercados, além de cargas doadas por outras nações, são inadequados. A ação sugerida foi um sistema de alarme, através de programas educacionais.
  • A necessidade de políticas definidas para a biotecnologia. Novamente, o KIOF e agências similares receberam a incumbência de atender esta necessidade.
  • Investimentos do setor público em pesquisa e desenvolvimento de biotecnologia, para evitar pesquisas financiadas por produtores, assegurando a devida aplicação e adoção da tecnologia.

Os participantes concluíram que uma tecnologia como a cultura de tecidos deve prosseguir sem reservas, já que não causa preocupações de biossegurança. A engenharia genética, por outro lado, deve prosseguir envolta por cautela, para a obtenção de seus benefícios.

Contate o Centro de Informações Biotecnológicas do Quênia (KBIC), para mais informações, através de: http://www.isaaa-africenter.org

ENCONTRO EM DUBLIN AVALIA PAPEL DE C&T

Um processo de consultoria global foi efetuado em Dublin, Irlanda, para uma avaliação de cunho internacional do papel de C&T (ciência e tecnologia) na agricultura, visando reduzir a fome, aprimorar a vida no campo e estimular o crescimento sustentável no meio ambiente nas próximas décadas. O encontro foi promovido pelo Banco Mundial, e seus participantes incluíram representantes de governos, setor privado, organizações não governamentais, agricultores e outros grupos de produtores, cientistas e organizações internacionais.

Os participantes concordaram que existe um público muito amplo e diversificado para uma avaliação sensata de C&T na agricultura. Acredita-se que tais avaliações fortaleçam as estruturas nacionais e internacionais das ciências e dos processos de decisão, e podem levar a mais financiamentos pelo setor público, além de melhores parcerias com o setor privado, considerando a natureza de "patrimônio público mundial" da C&T na agricultura.

Os participantes concluíram que a avaliação deve incluir áreas em que a C&T na agricultura possa fornecer informações a produtores e consumidores, ter implicações políticas, e estimular o desenvolvimento sustentável.

Entre os principais temas de C&T que podem incluir uma avaliação crítica estão:

  • O potencial das atuais e futuras tecnologias

  • O potencial de se reduzir perdas pós-colheita e minimizar desperdícios, além de aprimorar as características das lavouras
  • O potencial de aumentar a produtividade em áreas marginalizadas e afligidas pela seca, entre outras
  • Fatores limitantes dos atuais sistemas de produção, que não atendem as necessidades dos produtores.

Relatório completo on-line: http://www.agassessment.org/reports/dublin/index.html

IMPACTOS ECONÔMICOS DA BIOTECNOLOGIA AGRÍCOLA

O Biotecnologia Agrícola na Europa (ABE), um grupo de empresas do setor privado que se dedica à divulgação de informações sobre a biotecnologia agrícola, afirma que agricultores estão adotando tão rapidamente as lavouras GM devido a benefícios econômicos bem reais. O ABE explica: "Embora outras questões sejam importantes, são fatores econômicos que alimentam o crescimento contínuo no uso da moderna biotecnologia agrícola." Esta foi a conclusão geral de um trabalho intitulado "Impactos econômicos da biotecnologia agrícola".

O ABE observa que fazendeiros de países em desenvolvimento, incluindo China, África do Sul e Índia, começam a perceber os benefícios com o plantio de produtos GM. Benefícios similares, especialmente no controle de ervas, aumento de produtividade, custos reduzidos com insumos e lucratividade geral, estão sendo observados na Espanha, e provavelmente acabarão se tornando disponíveis a outros agricultores europeus. O trabalho analisa o caso dos plantadores de milho na Espanha, um grande produtor de milho na região, responsável por cerca de 11% da produção total da União Européia na safra de 2001. Agricultores espanhóis notaram um aumento na produtividade (12,54 toneladas/hectare de produto convencional, contra 13,35 t/ha de milho Bt, um aumento líquido superior a 800 kg/ha) e redução no uso de pesticidas. O ABE destacou que todo o milho GM da Espanha foi vendido através dos canais costumeiros para rações animais, e sem necessidade de segregação. Os agricultores tendem a perceber que o milho Bt tem maior qualidade, graças a seus níveis mais baixos de micotoxinas, comparado ao milho convencional que tenha sofrido danos por ataques de insetos.

O ABE indica: "Parece provável que as taxas de adoção por agricultores em todo o país deverão aumentar rapidamente quando forem retiradas as barreiras existentes... Há muitas razões para se supor que haveria uma adoção comparável, embora talvez mais lenta, em países como Itália e França, quando seus governos permitirem a comercialização."

O trabalho completo se encontra em http://www.ABEurope.info

BENEFÍCIOS ECONÔMICOS PARA A BETERRABA NO REINO UNIDO

Um estudo sobre o potencial benefício econômico de um produto GM tolerante a herbicida (GMTH) no Reino Unido sugere que isso poderia representar uma economia anual de 23 milhões de libras, se toda a safra fosse composta por esse produto. O estudo, conduzido por Mike May, da Estação de Pesquisa Broom's Barn, estima que a economia total, descontada a taxa de tecnologia no preço da semente, seria de 150 libras/hectare ao ano. Uma grande parte dessa economia refere-se à redução de 80% nos gastos com herbicidas.

May observa que um futuro plantio de beterraba GMTH no Reino Unido dependerá de decisões políticas e dos resultados de experiências críticas, tais como avaliações de campo em escala real. O estudo presume que a beterraba GM poderia ser vendida ao mesmo preço do produto convencional, e que isto pode depender da aceitação pública. Ele também ressalta diversos benefícios não quantificáveis, como a menor necessidade de se aplicar o herbicida no início da safra, menor utilização de tratores, com melhor administração do tempo gasto, e o potencial de se proteger a vida silvestre. Os riscos hoje existentes para pássaros que fazem seus ninhos no nível do solo seriam reduzidos com a adoção do produto GMTH. O plantio de beterraba em si já traz benefícios ambientais, por permitir a rotação do trabalho de aradura.

O trabalho "Conseqüências Econômicas da Beterraba GM Tolerante a Herbicida para Agricultores Britânicos" aparece em Anais da Biologia Aplicada 142, 41-48. Para maiores informações, entre em contato com Mike May pelo e-mail: mike.may@bbsrc.ac.uk

BIOTECNOLOGIA PODE TORNAR DIETA AMERICANA MAIS SAUDÁVEL

"A biotecnologia pode ajudar a aprimorar o perfil saudável dos alimentos, com o aumento nos níveis de substâncias desejáveis e com a redução de elementos alergênicos que trazem riscos de doenças." Esta é a afirmação de Catherine Woteki, diretora da Faculdade de Agricultura da Universidade Estadual de Iowa, ao comentar sobre a necessidade que há nos Estados Unidos de se mudar dietas com riscos à saúde.

"Doenças crônicas são uma grande carga social", Woteki declarou em encontros da Associação Americana para o Avanço da Ciência, em Denver.

"Provas científicas mostraram que a dieta pode ser uma das principais causas de mortes nos Estados Unidos, incluindo doenças coronárias, diabete e males renais."

Contatos: Catherine Woteki, e-mail cwoteki@iastate.edu

TECNOLOGIA CIENTÍFICA PARA AGRICULTURA AFRICANA

Eleni Z. Gabre-Madhin e Steven Haggblade, da Divisão de Estudos Mercadológicos e Estruturais do Instituto Internacional de Pesquisa de Política Alimentar, conduziu um estudo recente intitulado "Sucessos na Agricultura Africana: Resultados de Uma Pesquisa por Peritos". O trabalho identifica alguns sucessos marcantes na agricultura africana, com a esperança de que sejam aplicados de forma ampla na agricultura do continente. As histórias de sucesso reveladas pela pesquisa enfatizam o ambiente agrícola mais dinâmico em que os agricultores, comerciantes e órgãos oficiais africanos devem operar.

Os resultados do estudo apontam para detalhes críticos das mudanças bem sucedidas na agricultura africana. Gabre-Madhin e Haggblade afirmam que agricultores e distribuidores são peças críticas no processo de mudança. Alterações na base interna de bens destes grupos, além do ambiente externo, são igualmente importantes. Os pesquisadores observam nenhum tipo de intervenção, isoladamente, é suficiente para o sucesso.

Gabre-Madhin e Haggblade também enfatizam que "os agricultores não podem usufruir de melhores oportunidades de mercado se não tiverem meios de acesso ao conhecimento sobre melhores práticas, sementes e outros recursos. Agricultores não podem se beneficiar de maiores recursos para a produção sem a injeção de tecnologias e canais de venda para seus superávit."

O papel do setor público, da sociedade civil e outros grupos, como influências na alteração de ambientes internos e externos, também foi considerado de importância crítica. Por último, os pesquisadores concluem que a tecnologia com base na ciência, especialmente para o aumento da produtividade, é um fator chave para o crescimento agrícola na África.

Para maiores detalhes, o trabalho pode ser acessado em:
http://www.cgiar.org/ifpri/divs/mssd/dp.htm.

AMBIENTALISMO CRISTÃO PARA A BIOTECNOLOGIA

O Bispo Jesus Varela, de Sorsogon, membro da Conferência dos Bispos das Filipinas (CBCP), recentemente introduziu o termo "Ambientalismo Cristão" para definir o gerenciamento seguro da biotecnologia. O Bispo Varela foi um dos palestrantes durante o Fórum Regional de Biotecnologia e Organismos Geneticamente Modificados (OGMs), patrocinado em conjunto pelo Senador Aquilino Pimentel, da Academia Nacional de Ciência e Tecnologia (NAST) e pela Coalizão de Biotecnologia das Filipinas (BCP).

Este novo termo, que o Bispo Varela cunhou pessoalmente, adota uma estrutura ética de análise. A estrutura ética defende os conceitos de Custódia (preservando a integridade da Natureza); Tutela (uso responsável de coisas materiais), e Definição Correta (estabelecendo critérios e orientações razoáveis, com ênfase para o que seja realmente razoável) para o exercício da Custódia e da Tutela. As orientações incluem o desenvolvimento sustentável, análises detalhadas de relações custo vs. benefício, e manutenção da ciência a serviço do ser humano, e não o oposto.

Aplicando esta estrutura à questão dos organismos geneticamente modificados (OGMs), o Bispo Varela concluiu que os OGMs têm o potencial de oferecer soluções humanas ao problema mundial de fome e desnutrição. O Bispo Varela ressaltou que indicadores provam que "os OGMs pode aumentar de forma significativa a produtividade no campo, substituir os pesticidas artificiais de forma amigável ao meio ambiente, aprimorar as propriedades nutritivas dos alimentos, remover alergênicos e toxinas existentes na comida convencional, e aprimorar a qualidade dos alimentos". Além disso, antes que os OGMs sejam aprovados para o consumo humano, eles devem primeiro passar por mais testes de segurança para a saúde, comparados a alimentos convencionais.

O Bispo Varela também propôs um debate público entre cientistas que apoiam ou se opõem aos OGMs, para decidir questões referentes à segurança dos alimentos GM, em especial o milho Bt. A matéria completa se encontra em:

http://hoovnews.hoovers.com/fp.asp?layout=printnews&doc_id=NR20030218670.2_7856002965247b3e.

PIMENTÃO AJUDA A CRIAR ORQUÍDEA MAIS RESISTENTE

Pesquisadores de Taiwan estão usando uma proteína do pimentão, similar à ferrodoxina, como marcador para desenvolver orquídeas transgênicas, com o benefício adicional de maior resistência a Erwinia caratovora.

A proteína tipo ferrodoxina do pimentão foi introduzida em orquídeas, usando agrobactérias, por Ming-Tsair Chan e colaboradores, no Instituto de Ciências Bioagrícolas, da Academia Sinica de Taiwan, além de colaboradores do Instituto de Botânica, da mesma academia.

Chan ressalta: "Acreditamos que o emprego deste sistema de seleção possa diminuir a toxicidade ou nível alergênico do produto genético em relação aos seres humanos, de acordo com o uso de genes marcadores antibióticos ou resistentes a herbicidas e sua presença nas plantas transgênicas."

Há diversas metas para a transformação de orquídeas. Chan afirma: "Pretendemos criar cultivares de orquídeas resistentes a vírus e um tempo artificialmente controlado para a flor desabrochar, com este rápido sistema de transformação e seleção, num futuro próximo. Gostaríamos de criar orquídeas transgênicas com senescência retardada."

O trabalho "Gene de Proteína Tipo Ferrodoxina do Pimentão (pflp) como Novo Marcador Seletivo para Transformação de Orquídeas" está em Planta.

Contate Ming-Tsair Chan em mbmtchan@gate.sinica.edu.tw para mais informações.

INCENTIVO A PESQUISAS SOBRE BENEFÍCIOS E RISCOS DE ALIMENTOS GM

"Mais trabalho é necessário para se explorar outros possíveis benefícios, mas pesquisas adicionais também devem ser feitas, para avaliar os potenciais riscos que podem estar associados a produtos geneticamente modificados (GM). Grande parte deste trabalho deverá ser enfocado no impacto sobre a diversidade de vidas animal e vegetal, avaliado em relação aos problemas associados à intensificação de práticas agrícolas." Esta é a declaração de Lorde Robert May, presidente da Real Sociedade, em seu discurso durante o debate científico da Real Sociedade sobre os produtos GM.

Lorde May enfatizou que o público tem direito de conhecer tanto os potenciais benefícios como os possíveis riscos de produtos GM. Atualmente, o debate público tem sido desviado apenas para os riscos, e isto levou a uma série de impressões errôneas sobre os alimentos GM. Isto ocorre devido a campanhas publicitárias eficazes contra os transgênicos e, em parte, pela falta de informações fornecidas pelas empresas que desenvolvem as aplicações da biotecnologia.

Ele também acrescentou que os consumidores já usufruem dos benefícios da tecnologia de modificação genética, aplicada à produção de alimentos. Outros alimentos que foram criados com o uso da biotecnologia estão sendo vendidos, porém, porque geralmente não são rotulados como GM, e poucas pessoas podem entender o quanto essa produção depende da biotecnologia.

O texto completo do discurso de Lorde Robert May está em http://www.royalsoc.ac.uk/templates/press/showpresspage.cfm?file=431.txt

ANÚNCIO:

NOVOS RELATÓRIOS ISNAR

O Serviço Internacional para Pesquisa Agrícola Nacional (ou International Service for National Agricultural Research - ISNAR) anuncia a publicação dos seguintes relatórios:

  • Explicando a aprovação restrita e disponibilidade de transgênicos nos países em desenvolvimento, por Joel I. Cohen e Robert Paarlberg. AgBiotechNet Vol.4, Outubro de 2002.

  • Regulamentação de sementes geneticamente modificadas em economias emergentes, por Patricia L. Traynor e John Komen. Journal of New Seeds Vol.4 Números 1/2, 2002.
  • Administração de tecnologia proprietária em pesquisa agrícola, por John Komen, Joel I. Cohen, Cesar Falconi e Silvia Salazar. Capítulo 11, Questões Econômicas e Sociais na Biotecnologia Agrícola, editado por R.E. Evenson, V. Santaniello e D. Zilberman. Wallingford: CAB International. 2002.
  • Biotecnologia a vidas sustentáveis - Avaliações e recomendações de uma consultoria internacional, por José Falck Zepeda, Joel Cohen, Ruth Meinzen-Dick e John Komen. ISNAR Briefing Paper N.54, Setembro de 2002, Haia. International Service for National Agricultural Research.

Para pedir cópias, contate: ISNAR-Biotech@cgiar.org


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