Fisco
investiga irregularidades na venda de gado /MS
A
Secretaria de Estado de Receita e Controle está apurando possíveis
irregularidades fiscais envolvendo a comercialização de gado, diante da
apreensão feita pelo Departamento de Operações de Fronteira (DOF) no
último dia 20, de 139 bovinos que estavam sendo transportados em 8
caminhões, com notas fiscais cujos remetentes nada tinham a ver com o
trajeto que o gado fazia. A secretaria informou, no entanto, que até o
momento não há nenhuma prova que ligue a operação a um agente tributário
estadual (ATE) conhecido como Kiko (suspeito de ser o dono da carga), já
que um produtor da região se apresentou à polícia e declarou ser
proprietário do gado. http://www.agrolink.com.br/jr.asp?cn=25764&ul=37337&cid=8651&rt=1&cnd=0
Cooperativas não cedem às pressões e mantêm preços - Mesmo no
prejuízo, empresas optam por sacrificar menos os produtores /MG
Rafael Godoi - Cooperativas de leite da região devem
registrar prejuízo no primeiro mês do ano. A manutenção do preço do leite
pago ao produtor nos níveis registrados em novembro está afetando os
custos de várias empresas; isso porque as indústrias que atuam na região e
compram o produto das cooperativas estão forçando uma queda nos preços.
Apesar da pressão, a maioria das cooperativas optou por manter o valor
pago ao pecuarista, mesmo após o início do período de safra - que começou
em dezembro e segue até o fim deste mês. Hoje o preço médio pago ao
produtor por litro de leite na região varia de R$ 0,42 a R$ 0,48. http://www.agrolink.com.br/jr.asp?cn=25767&ul=37340&cid=8651&rt=1&cnd=0
Banco do Brasil libera R$ 40 mi para irrigação - Cada produtor
pode ter um crédito de até R$ 500 mil nas agências do BB - Irrigação nas
lavouras de café garante aumento da produtividade maior e ganho de
competitividade /Região Centro-Oeste
Cladio Marcos - O
Banco do Brasil renovou contrato no valor de R$ 20 milhões para financiar
a compra de equipamentos de irrigação para produtores rurais da região
Centro-Oeste, que inclui Distrito Federal, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul
e Goiás. Os recursos são do Fundo Constitucional do Centro-Oeste (FCO).
Para as demais regiões brasileiras, incluindo Minas Gerais, foram
liberados outros R$ 20 milhões de reais. Os juros são de 6% ao ano para
pequeno produtor, 8,75% para médios produtores e 10,75% para grandes
produtores rurais. O prazo máximo para pagamento é de até 12 anos,
dependendo da capacidade do produtor, das garantias e da dimensão do
projeto apresentado. http://www.agrolink.com.br/jr.asp?cn=25768&ul=37341&cid=8651&rt=1&cnd=0
Safra de milho deve superar as expectativas /SC
São Miguel do Oeste - Agricultores vivem a expectativa de
uma das melhores safras dos últimos anos, depois da frustração causada
pela estiagem em 2002. Com o clima favorável e a aplicação de uma boa
tecnologia, a estimativa é produzir em média 80 sacas de milho por
hectare, mas há propriedades da região colhendo até 140 sacas por hectare.
O que mais anima os produtores é o preço, que está bem acima da média dos
últimos anos. Por este motivo, os agricultores vem ampliando a área e
investindo mais em sementes de boa qualidade e insumos. http://www.agrolink.com.br/jr.asp?cn=25771&ul=37344&cid=8651&rt=1&cnd=0
Governo japonês anuncia sétimo caso de vaca
louca
O governo do Japão anunciou ontem a descoberta do
sétimo caso de encefalopatia espongiforme bovina, a doença da vaca louca,
em uma rês nascida em 1996. A notícia foi divulgada pouco depois de ser
informado um sexto caso, no fim de semana passado. A vaca, da raça
Holandês, de seis anos, que foi abatida na terça-feira, se criou na ilha
de Hokkaido, no Norte do país, onde há grande quantidade de granjas. http://www.agrolink.com.br/jr.asp?cn=25773&ul=37346&cid=8651&rt=1&cnd=0
Chapecó volta a atrasar entregas - Sindicato dos Criadores de Aves
promove reunião hoje para tentar regularizar a situação /SC
Darci Debona, Chapecó - A Chapecó Alimentos continua
atrasando o fornecimento de ração e os pagamentos, causando morte de aves
no Oeste. Em virtude disso, o Sindicato dos Criadores de Aves do Estado de
Santa Catarina (Sincravesc) convocou uma reunião para hoje, às 19h30min,
na sede da entidade, com o objetivo de discutir ações para normalizar a
situação. O presidente do Sincravesc, Valdemar Kovaleski, disse que
recebeu dezenas de ligações de associados reclamando dos freqüentes
atrasos, tanto no fornecimento de alimento para os animais quanto no
pagamento. Alguns avicultores, como Nivaldo Bianchi, perderam 2 mil
frangos no último lote, por falta de ração. http://www.agrolink.com.br/jr.asp?cn=25774&ul=37347&cid=8651&rt=1&cnd=0
SC investe em milho
Pinhalzinho - O governador
Luiz Henrique e o secretário da Agricultura, Moacir Sopelsa, revelaram
ontem, durante visita à 5ª Itaipu Rural Show, que Santa Catarina deverá
ser auto-suficiente em milho. O projeto está sendo formatado pela
Secretaria da Agricultura e prevê a construção de armazéns para estocagem
dos grãos e incentivos ao aumento da produção mecanizada no Planalto Norte
e no Extremo-Oeste. Hoje, SC compra cerca de 1,5 milhão de toneladas por
ano. Também estão sendo estudadas medidas para dar garantias aos
produtores, envolvendo os governos federal e estadual e produtores
rurais. http://www.agrolink.com.br/jr.asp?cn=25775&ul=37348&cid=8651&rt=1&cnd=0
Avança guerra a vírus /SC
A primeira fase do
Programa de Erradicação de Aujeszky foi encerrada ontem com a apresentação
do relatório de abates dos animais infectados, que somaram 84 mil cabeças,
em 208 propriedades. Destas, 74 foram totalmente despovoadas, com a
implantação de um vazio sanitário de 30 dias. O relatório foi encaminhado
ao Ministério da Agricultura. Os representantes da comissão, integrada por
Embrapa, Cidasc, Associação Catarinense dos Criadores de Suínos, Sindicato
das Indústrias da Carne e Secretaria da Agricultura do Estado, querem
agora que o governo federal marque a data para uma missão de visita à
Rússia. http://www.agrolink.com.br/jr.asp?cn=25776&ul=37349&cid=8651&rt=1&cnd=0
Reprodução bovina rende R$ 1 bilhão
SP - Monta
natural ainda predomina no Brasil, apesar do crescimento da inseminação
artificial. O mercado brasileiro de reprodutores bovinos, que movimenta
anualmente cerca de R$ 1 bilhão, segue firme mesmo com a concorrência com
a inseminação artificial, que cresceu no País entre 8% e 10% nos últimos
20 anos. Apesar de significativo, o crescimento ainda é considerado
tímido, frente ao tamanho do rebanho nacional. Levantamentos não oficiais
mostram que o Brasil possui cerca de 60 milhões de matrizes, das quais
apenas 5% são inseminadas artificialmente, ou seja, existem no País 57
milhões de vacas que são fecundadas por meio da chamada monta natural. Com
isso, a estimativa é que existam no campo cerca de 2,5 milhões de touros,
que trabalham na cobertura de vacas, com necessidade de 500 mil novos
animais/ano, para renovação de 20% do rebanho de reprodutores. http://www.agrolink.com.br/jr.asp?cn=25777&ul=37350&cid=8651&rt=1&cnd=25777
Reprodução bovina: Resultados positivos
A
comprovação da solidez do mercado de reprodutores pode ser identificada
nos resultados de algumas empresas que atuam nesse segmento. A
Agropecuária CFM, uma das principais fornecedoras de reprodutores da raça
nelore ao mercado, encerrou 2002 com a venda de 2 mil animais, estável em
relação ao ano anterior, mas com um preço médio de R$ 3,6 mil por animal,
20% acima dos valores de 2001. "Foi um ano forte de vendas o que manteve o
mercado de monta natural firme. Para este ano pretendemos aumentar nossa
oferta em 10% e comercializar 2,2 mil touros", afirma Fábio Dias,
coordenador de pecuária da CFM. Outra resultado positivo foi o dos
franqueados do Projeto Montana, que ampliou em 13% suas vendas no ano
passado, para 1,5 mil animais. Já nos preços médios houve um crescimento
da ordem de 8%, para R$ 3,17 mil cada animal. O programa, que é coordenado
pela CFM, tem como meta para 2003 aumentar as vendas para pelo menos 1,8
mil reprodutores. http://www.agrolink.com.br/jr.asp?cn=25778&ul=37351&cid=8651&rt=1&cnd=25778
Mercado inexplorado - A monta natural que é pouco explorado pelas
empresas de reprodutores
Apesar de muito superior ao da
inseminação, ainda existe um mercado para a monta natural que é pouco
explorado pelas empresas de reprodutores. Muitos pecuaristas deixam de
castrar alguns dos animais que iriam para abate e acabam utilizando-os
como touros. "Essa estratégia é utilizada por pequenos pecuaristas que não
têm condições para investir em um reprodutor provado", afirma José Vicente
Ferraz, que defende o comércio de animais com uma qualidade genética
inferior, mas com alguma qualidade melhoradora. http://www.agrolink.com.br/jr.asp?cn=25779&ul=37352&cid=8651&rt=1&cnd=25779
Vantagens da inseminação
As empresas de
inseminação artificial confirmam que a técnica ainda é muito pouco
disseminada no Brasil, mas se defendem informando que o que faz um
produtor procurar a inseminação é o ganho genético. "Mais de 90% dos 500
mil touros que deveriam entrar no mercado anualmente não possuem nenhum
tipo de avaliação genética", afirma Maurício José de Lima, gerente de
marketing da Lagoa da Serra, uma das principais centrais de inseminação do
Brasil. A mão-de-obra especializada para inseminar, na opinião de Lima,
talvez seja o principal problema desse mercado. "Em termos econômicos, a
inseminação artificial passa a ter vantagem sobre a monta apenas quando os
rebanhos são muito grandes", afirma Lima. http://www.agrolink.com.br/jr.asp?cn=25780&ul=37353&cid=8651&rt=1&cnd=25780
GRA e Emater preparam plano de ação conjunta
O
secretário do Gabinete de Reforma Agrária do Estado (GRA), Vulmar Leite,
recebeu ontem o presidente da Emater e secretário em exercício da
Agricultura do RS, Caio Rocha. No encontro, ficou definida a implantação
de um plano conjunto de fortalecimento das ações do governo junto às
comunidades indígenas, assentados e agricultores familiares. A idéia é
criar um grupo gestor formado por GRA, SAA, Emater, prefeituras e
movimentos sociais. http://www.agrolink.com.br/jr.asp?cn=25781&ul=37354&cid=8651&rt=1&cnd=0
Novo pólo produtor de soja no Tocantins
Palmas -
Uma nova frente agrícola começa a ganhar forma no estado de Tocantins. O
plantio de soja em larga escala em um vale a 375 metros de altitude da
Serra do Lajeado, localizada no município de Palmas, no distrito de
Taquaruçu, conhecido como um pólo de ecoturismo do estado, começa a ganhar
impulso com a chegada de um grupo de quatro produtores rurais provenientes
de Rio Verde (GO). A área - localizada a 50 quilômetros da sede do
município, em Palmas -, considerada ideal para o plantio de grãos,
receberá outras duas famílias em 2004, em mais um passo do projeto para
formar um pólo produtor de soja, principalmente, além de milho e
sorgo. http://www.agrolink.com.br/jr.asp?cn=25784&ul=37357&cid=8651&rt=1&cnd=25784
Soja: Área maior /TO
O projeto é capitaneado pelo
produtor rural Jair Antonio da Costa, proprietário da fazenda Baixa
Grande, que decidiu vender suas terras no estado de Goiás e adquiriu uma
área maior no Tocantins (cerca de 2 mil hectares), para onde se deslocou
atraído pelo desenvolvimento daquela região. Com 15 anos de experiência,
ele plantou 380 hectares com soja e 130 com milho e está abrindo novos
espaços para aumentar a área cultivada na próxima safra. A meta do
produtor é ampliar a área cultivada para 1,3 mil hectares. Nesta safra, os
quatro produtores plantaram cerca de 700 hectares. http://www.agrolink.com.br/jr.asp?cn=25785&ul=37358&cid=8651&rt=1&cnd=25785
Fracassa acordo para controlar vendas de café http://www.agrolink.com.br/jr.asp?cn=25786&ul=37359&cid=8651&rt=1&cnd=25786
Distante dos agrotóxicos http://www.agrolink.com.br/jr.asp?cn=25788&ul=37361&cid=8651&rt=1&cnd=0
Pecuarista de Alegrete reclama da carga tributária http://www.agrolink.com.br/jr.asp?cn=25791&ul=37364&cid=8651&rt=1&cnd=0
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