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Pecuária: Bahia terá centro de
excelência em pecuária
Com um rebanho bovino de, aproximadamente, 10 milhões de
cabeças e assumindo a posição de maior produtor
nacional de caprinos, a Bahia está prestes a ganhar um centro
de excelência em produção animal. Para viabilizar
a instalação do órgão, o governador Otto
Alencar assina, no dia 25, às 17 horas, na Governadoria, um
termo de cooperação técnica e científica
com instituições da Região Valã, na
Bélgica, cujo investimento será de 122.397 euros. O
governo do Estado alocará R$ 560 mil para o projeto.
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Feiras e exposições: A nova edição
da Fenagro será em novembro em Salvador
Em sua 15ª edição, a Fenagro se realizará
de 23 de novembro a 1º de dezembro de 2002, no Parque de
Exposições Agropecuárias de Salvador e
terá este ano como raças homenageadas o Appaloosa (nos
eqüinos); o Guzerá (nos bovinos); o Santa Inês (nos
ovinos); o Boer (nos caprinos).
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Agricultura: Produtores de algodão ganham programa especial
As secretarias da Agricultura e do Combate à Pobreza se uniram
para desenvolver um programa de inserção social e
econômica específico para os miniprodutores de
algodão da região sudoeste do Estado. A parceria entre
a Seagri e a Secomp resultará no atendimento de mil
agricultores, que se encontram hoje à margem do processo
produtivo, oferecendo-lhes as condições
necessárias para gerar renda e emprego e ajudando-os a
encontrar alternativas para recuperarem o seu crédito no
mercado. Serão investidos mais de R$ 1,4 milhão no programa.
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Coluna do Cacau: Preço justo do cacau (3) - No
período terminado em 16/10/02, o preço médio do
produtor foi R$ 143,40/arroba, correspondente ao diferencial de US$
+156,00/t sobre a Bolsa de Nova Iorque. O preço de paridade
teria sido R$ 134,00.
Thomas Hartmann - Comentamos, na semana passada, que as grandes
multinacionais da economia do cacau conseguem - por algum tempo e em
alguma medida - influir na evolução dos preços,
mas que acabam tendo de submeter-se às forças do livre
mercado, exercidas pelas cotações das bolsas de Londres
e Nova Iorque.
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Clima: Seca maltrata o campo - Em todas as regiões do
Estado ocorrem mortes de animais por falta de alimento
Paulo Lício - O forte calor que assola o Estado desde o fim de
setembro e a estiagem prolongada estão provocando estragos nas
atividades rurais em todas as regiões do Estado. No segmento
da pecuária de corte, o maior problema é a falta de
volumoso, já que os pastos estão rapados e secos. Sem
alimento, os animais enfraquecem e morrem. Na pecuária
leiteira, a silagem e a cana preparada para os animais acabaram no
fim de setembro. Poucos produtores dispõem de reserva para
nutrir os animais. Muito menos oferecer ração, cujo
custo está nas alturas.
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Soja: Goiás ganha cultivares
Produtores de soja de Goiás contam a partir deste ano com
novas cultivares do grão, resultantes do convênio
Embrapa, Agência Rural e Centro Tecnológico para
Pesquisas Agropecuárias. Uma delas é a cultivar
Luziânia, de ciclo médio, com excelente desempenho em
campo, que em experimentos chegou a render 63 sacas/hectare. Outra
é a Santa Cruz, cuja sementes básicas começam a
ser produzidas este ano pelos cotistas do convênio, para venda
no próximo ano. De ciclo tardio, a cultivar Paraíso
está em fase de produção de sementes. Ela
é resistente aos nematóides de galha.
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Safra de soja vai ser 21% maior
Cícero Faria - Confirmando as previsões extra-oficiais
da assistência técnica, a soja no município de
Dourados deverá ter uma área de 145 mil hectares neste
ano agrícola, correspondendo a um aumento de 21% em
relação a 2001/2002. A conclusão é da
Comissão Regional de Estatísticas Agropecuárias,
do IBGE, em sua primeira reunião de avaliação da
safra 2002/2003.
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Em Ponta Porã, área cresce mais de 20%
Edílson José Alves - Esta semana os agricultores da
região de fronteira começam a plantar a safra de
verão 2002/2003. As chuvas que eles esperavam para iniciar o
plantio enfim chegou na semana passada. Na última
quarta-feira, choveu o suficiente para animar todos os produtores
rurais de Ponta Porã e municípios vizinhos. Segundo
estimativas da Comissão Regional de Estatísticas
Agropecuárias (Corea), este ano a área plantada de soja
terá um aumento superior a 20%, em relação ao
ano passado. O milho ficará com a área reduzida.
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Área de soja é menor e de milho maior
Maurício Hugo - Diferentemente das demais regiões
produtoras do Estado, e inclusive de outros Estados produtores, o
município de Chapadão do Sul, que pratica hoje a
agricultura mais tecnificada de Mato Grosso do Sul, terá na
próxima safra de verão uma área maior de milho e
uma área menor de soja, se comparado com a safra anterior.
Fato que causa estranheza uma vez que, praticamente no País
todo, os agricultores preferiram abandonar o milho para apostar em
lucratividade maior com a soja.
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Simpósio vai discutir os avanços do
algodão - Tecnologia - Diversos aspectos referentes ao
plantio, desenvolvimento e colheita da planta serão abordados /MS
Com o objetivo de discutir os avanços tecnológicos na
cultura do algodoeiro, será realizado na quarta-feira, dia 23
próximo, no Centro de Treinamento da Copasul, em
Naviraí, o II Simpósio da Cultura do Algodoeiro. O
evento é uma promoção da Embrapa
Agropecuária Oeste, empresa vinculada ao Ministério da
Agricultura, Pecuária e Abastecimento, e da Copasul.
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Enfim, a chuva com maior intensidade /MS
O regime de chuvas em Mato Grosso do Sul, enfim, parece que se
estabiliza. Depois de precipitações importantes nas
regiões produtivas na semana passada, o fim de semana teve
chuvas e os primeiros dias da semana em que começa a
previsão, são, também, de
precipitações. Os agricultores, que aguardavam ansiosos
chuvas mais fortes e constantes, puderam, na semana passada, iniciar
o trabalho – já com algum atraso – de
preparo da terra e do plantio das sementes de soja, milho,
algodão e outros produtos da safra de verão.
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A soja indiferente aos preços de Chicago
Mais uma semana em que o preço da soja no mercado interno se
comportou de forma indiferente às cotações da
Bolsa de Chicago. Deve ser assim até a entrada da nova safra,
prevêem os especialistas. Na quarta-feira, o indicador de
preços da soja Esalq/BM&F - que expressa o mercado de
lotes - ficou em R$ 48,04/saca, alta de 0,46% no dia. Em dólar,
o indicador ficou em US$ 12,31/saca, baixa de 0,89%. O indicador
é calculado pela Esalq com base nos preços do mercado
disponível em cinco praças do Estado do Paraná.
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Dá mais que a soja, garante o produtor
Produtor de bicho de seda, soja e trigo, o pequeno produtor Takashi
Yoshida decidiu mudar para a fruticultura em 1994, quando a
produção de bicho de seda entrou em declínio com
o Plano Real. Na propriedade de 23 hectares, 30% é destinado a
frutas e verduras (pêssego e tomate). Ele começou com
650 pés e hoje está com dois mil pés, mil em
colheita. No ano passado colheu 28 mil quilos. Este ano, em
função do calor a expectativa é de colher 25 mil
quilos. Yoshida cultiva ainda 400 pés de nectarina
centenária e rubro sol. Embora a área seja menor,
Yoshida afirma que o retorno financeiro obtido com a fruticultura
é maior que com a soja. Segundo Edenilson Rampaso da Emater,
um hectare de fruticultura dependendo do cuidado do produtor pode
equivaler, em retorno econômico, a até 10 alqueires de
soja. É possível conseguir entre R$ 3 mil e R$ 4 mil/ha.
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Seca eleva preço do café na Bolsa de Nova York
- No Paraná, cafés finos chegaram a R$ 165,00/saca na
terça-feira, alta de R$ 25,00/saca em menos de 20 dias
O estrago causado pela seca nas lavouras de Minas Gerais e São
Paulo repercutiu esta semana na Bolsa de Nova York. O mercado futuro
fechou em alta na terça-feira; na quarta houve oferta de
títulos para realização de lucros e consequente
queda nas cotações. Mesmo assim, os preços foram
mantidos em alta no mercado interno, cedendo apenas R$ 5,00/saca em
Londrina. Cafés finos de Minas e São Paulo encostaram
nos R$ 200,00/saca. No Paraná, cafés finos, tipo 6,
bebendo duro, chegaram a R$ 165,00, cerca de R$ 25,00 sobre
preços de duas semanas atrás.
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Chuvas favorecem o plantio da safra /MS
Cícero Faria, Dourados - A semana começa com grande
atividade no campo na região de Dourados por causa das fortes
chuvas que vêm caindo nos últimos dias. Isso
permitirá o início do plantio da variedades precoces de
soja. As precipitações ainda não são
gerais, mas tem atingindo várias áreas e, em algumas
delas, o agricultor tem problema com excesso de umidade no solo.
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Suinocultura expande mercado com vendas para a Rússia
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Milho: Oferta chega ao seu menor nível em 10 anos -
Seca e lagarta /Paraná
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Vida cara - Preço do café sobe mais 20% este
mês - A política de preço mínimo acertada
entre governo e cafeicultores encareceu o grão no campo
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Governo questiona medida sobre venda de frango
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Cana-de-açúcar - Irrigação por
gotejamento aumenta produtividade
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Café: Seca agrava situação das lavouras
de Minas Gerais
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Soja acumula aumento de 222% na cotação
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Efeito Riqueza: A riqueza que vem do interior - O
círculo virtuoso dos produtores rurais de Mato Grosso que
vendem em dólar
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