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- Bacia Hidrográfica do Velho Chico recebe sugestões de ribeirinhos

- APEDEMA abre inquérito sobre piscinão

- Chuvas: mais poluição para a orla do Rio de Janeiro

- ETE promete diminuir o lançamento do esgoto de Resende



Bacia Hidrográfica do Velho Chico recebe sugestões de ribeirinhos
 
Terminou na última sexta-feira, dia 18, a expedição Américo Vespúcio, um dos projetos desenvolvidos para a revitalização do rio São Francisco, coordenado pela Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e Parnaíba (CODEVASF).
 
Inicialmente, a CODEVASF planejava adotar as propostas da Carta de Iguatema - documento desenvolvido por autoridades e ambientalistas em Iguatema (MG), cidade próxima à nascente do rio, na Serra da Canastra. A carta previa a criação de uma Área de Proteção Ambiental (APA) nos municípios que cercam a nascente do São Francisco e a construção de pólos de pesca e de cultivos de frutas. Porém a expedição foi mais além: durantre os 30 dias de viagem, o passeio pelos municípios ribeirinhos foi acompanhado por audiências com os moradores, onde foram discutidos planos de trabalho que evitassem a degradação ambiental. No final, os próprios moradores deram sugestões de como melhorar a rede de saneamento básico, o turismo e o combate à pesca predatória.
 
Um projeto que ainda traz polêmica é o da transposição das águas do Velho Chico para o sertão, porém ainda é necessário, por meio de obras, aumentar a oferta de águas do rio e conseguir o apoio das prefeituras dos municípios que ficam às margens do rio, que por enquanto têm em mente aproveitar a bacia hidrográfica do rio para o ecoturismo.


APEDEMA abre inquérito sobre piscinão construído por Governo do Estado do Rio de Janeiro
 
A utilização irregular dos recursos oferecidos pela Petrobras ao Estado do Rio de Janeiro virou tema de um inquérito pedido pela Associação de Entidades Permanentes de Defesa do Meio Ambiente (APEDEMA) ao Ministério Público Federal.
 
Depois dos vazamentos ocorridos na Baía de Guanabara, a Petrobras assinou, em conjunto com a Secretaria Estadual de Meio Ambiente e a FEEMA, o "Termo de Compromisso de Ajuste Ambiental", que previa, entre outras propostas, recuperar o meio ambiente, financiando planos de preservação ecológica. O problema é que os recursos estão sendo utilizados pelo Governo do Estado para projetos paisagísticos e de lazer como, por exemplo, os piscinões que, segundo a Secretaria Estadual de Meio Ambiente, devem ser construídos com verbas do Fundo Estadual de Conservação Ambiental (FECAM).
 
A mais recente obra do Estado, o piscinão de Ramos, já gastou R$ 8,4 milhões, quando o valor previsto era de somente R$ 3,7 milhões. Com bases nesses dados, representantes de comissões da ALERJ pretendem entrar na justiça requerendo do Estado os recursos gastos irregularmente.


Chuvas: mais poluição para a orla do Rio de Janeiro
 
Novamente a orla da cidade do Rio de Janeiro passou por maus bocados por causa da chuva. Dessa vez, o problema ocorreu na Praia de São Conrado: uma grande quantidade de detritos invadiu a areia no local onde estão sendo realizadas obras de despoluição. Uma pequena bacia no meio da área das obras foi formada por águas pluviais misturadas às contaminadas por esgoto, o que desanimou totalmente os banhistas.
 
Uma língua negra, que apareceu na última segunda-feira, dia 16, também assustou moradores e turistas em São Conrado. A segunda língua negra foi avistada na praia de Copacabana, em frente à rua Santa Clara.
 
Para especialistas, o problema deve ser solucionado com um amplo programa de saneamento. A Secretaria Estadual de Meio Ambiente, afirmou que as obras para acabar com o problema das línguas negras estão em andamento e terminam em março do próximo ano.


ETE promete diminuir o lançamento do esgoto de Resende no rio Paraíba do Sul

Resende, um município localizado no Sul Fluminense, é um dos principais poluidores do rio Paraíba do Sul, o município despeja 100% do seu esgoto no rio. Porém, a projeção de uma Estação de Tratamento de Água (ETE) em Grande Alegria - um bairro residencial em Resende - promete acabar com esse problema.

O projeto foi aprovado pela Agência Nacional de Águas (ANA), que já liberou R$ 1,65 milhões para iniciar as obras, que tratarão 35% do esgoto de resende e trarão benefícios imediatos às pessoas que moram às margens do rio.

O plano de tratamento do esgoto faz parte das prioridades do Comitê Para Integração da Bacia do Rio Paraíba do Sul (CEIVAP) e está esperando a Caixa Econômica Federal assinar o contrato para começar as obras.

 

 

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